Aleitamento.com
AmamentaçãoMãe CangurúCriançasCuidado PaternoHumanização do PartoBancos de Leite Humano Espiritualidade & Saúde DireitosProteçãoPromoçãoILCA / IBCLCConteúdo ExclusivoTV AleitamentoGaleria AMNotíciasEventosSites e BlogsLivrariaCampanhas
 
Faça seu login e utilize ferramentas exclusivas. Se esqueceu a senha, acesse o "cadastre-se" e preencha com seu e-mail.

AUDIÊNCIA PÚBLICA na ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA

Por: Conselho Estadual de Saúde do Rio de Janeiro

 

Aleitamento Materno Exclusivo: Seguro, Saudável e Sustentável !
 

Garantia de Segurança Alimentar nos primeiros  06 meses de vida

 

Somos ao mesmo tempo natureza e cultura, e embora sejamos mamíferos, o ato de amamentar não é puramente biológico. Estudos revelam que a adesão a pratica da amamentação está relacionada a fatores culturais, sociais e de acesso aos direitos de cidadania e a políticas públicas de qualidade.

 

 A ausência de tais políticas e o processo de precarização da rede de promoção e assistência à saúde, associados ao crescimento das indústrias de alimentos infantis e a indução do consumo destes alimentos através da distribuição gratuita para as mães, favoreceram, ao longo das décadas de 50 e 60, a utilização indiscriminada de fórmulas artificiais em detrimento do leite materno.

 

As numerosas propagandas que levavam as mães a acreditarem que as formulas infantis enlatadas eram capazes de suprir com eficácia o leite materno, contribuíram para a instalação de uma cultura que enfraqueceu a crença das mulheres na habilidade de se perceber como fonte de nutrição insubstituível e adequada às necessidades físicas, psicológicas e afetivas de seu bebê.

 

Considerando que até a década de 70 as crescentes taxas de mortalidade infantil no mundo relacionavam-se ao desmame precoce, em 1979, a OMS, o UNICEF, Governos e ONG’s concluíram que a principal forma para reverter esse quadro seria a implantação de  Políticas de Promoção, Proteção e Apoio ao Aleitamento Materno. O Brasil instituiu sua Política Nacional em 1981. Hoje, o incentivo à amamentação nos primeiros 30 minutos após o parto tem sido adotado também como recomendação oficial no Pacto para a Redução da Mortalidade Materna no país.

 

 

No Estado do Rio, pesquisas realizadas pela Secretaria de Estado de Saúde apontam um crescente avanço na  adesão ao Aleitamento Materno Exclusivo até os 6 meses de idade. Isto reflete a efetividade da política de  implantação  da Iniciativa Hospital Amigo da Criança e Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação no Estado, através do treinamento  e avaliação permanente de equipes nessas instituições. Apesar da contribuição das Sociedades de Pediatria e Redes de Apoio, sabemos que ainda é necessário ampliar o leque de atores sociais envolvidos com a questão.

 

 

 

PROPOSTA:  

 

O tema Nacional da SEMANA MUNDIAL de AMAMENTAÇÃO este ano nos remete imediatamente ao Direito à Amamentação como questão de Direitos Humanos – Direito à Alimentação Saudável. Para tanto, o CES - Conselho Estadual de Saúde e o CONSEA - Conselho de Segurança Alimentar propõem parceria com a ALERJ (através da Comissão de Segurança Alimentar), no intuito de apresentar propostas que possam confluir  em ações que levem à adoção de uma Política  Estadual de Aleitamento Materno  cada vez mais “adequada, acessível, aceitável e obtida a partir de recursos locais, sobre uma base contínua e sustentável”, configurando desta forma o conceito de Segurança Alimentar. Aproximar o Controle Social dessa discussão é valorizar a intersetorialidade  com as áreas  de trabalho, educação & saúde (redes pública e privada), bem estar social, comunicação e marketing, identificando situações que possam estar impossibilitando a disseminação de informações que garantam a prática da Amamentação Exclusiva.

 

 

“O leite materno é o alimento mais acessível e nutritivo para o bebê: é o mais adequado para o crescimento e desenvolvimento do cérebro e das aptidões intelectuais.

Mesmo após os seis meses, o leite materno continua oferecendo nutrientes essenciais e energéticos, ajudando a prevenir a desnutrição e as deficiências imunológicas e de micronutrientes, além de representar inúmeras vantagens: é econômico, ecológico e favorece o aumento do vínculo afetivo mãe-bebê.

Para a saúde da mulher a amamentação contribui para a prevenção do câncer de colo uterino e de mama, e da depressão pós-parto, entre outras doenças.”

 

 

 


Última atualização: 6/1/2011

 

Curtir

Comentários


Essa é uma área colaborativa, por isso, não nos responsabilizamos pelo conteúdo. Leia nossa Política de Moderação.
Caso ocorra alguma irregularidade, mande-nos uma mensagem.

 

Depoimentos

Gostou do site? Ele te auxiliou em algum momento? Deixe seu depoimento, assine nosso livro de visitas! Clique aqui.

Quem Somos | Serviços | Como Apoiar | Parceiros | Cadastre-se | Política de Privacidade/Cookie/Moderação | Fale Conosco
O nosso portal possui anúncios de terceiros. Não controlamos o conteúdo de tais anúncios e o nosso conteúdo editorial é livre de qualquer influência comercial.
Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência. Ao navegar no mesmo, está a consentir a sua utilização. Caso pretenda saber mais, consulte a nossa Política de Privacidade/Cookie.
22 Ano no ar ! On-line desde de 31 de julho de 1996 - Desenvolvido por FW2 Agência Digital