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MÃE, o que brota dos teus seios...

Por: Prof. Marcus Renato de Carvalho

Muito mais que um simples alimento

 

                        O leite materno é resultado da síntese de centenas de substâncias e envolve um razoável gasto energético da nutriz (mulher que amamenta), sem que ela seja espoliada. Cada mamífero produz um leite adequado para o crescimento e desenvolvimento do seu filhote, e cada mãe produz um leite adequado e diferente para sua cria, tal qual uma impressão digital. Esse processo de diferenciação inicia-se na fecundação e prossegue até bem perto do nascimento dos bebês, quando as células das glândulas mamárias, sob ação de diversos hormônios – principalmente da PROLACTINA e da OCITOCINA, produzem e liberam, a partir de proteínas, vitaminas, minerais, açúcares, gorduras e água, essa substância única - o leite materno.

Além de ser um alimento riquíssimo em nutrientes, o leite carrega também uma forte carga emocional, pois é por meio dele que o ser humano experimenta um dos seus primeiros contatos com o mundo. A relação mãe-filho, promovida pela amamentação, nunca mais será esquecida. Com a amamentação e com o leite morno que deste ato advém, o bebê conhece o tato, o cheiro, o gosto e, o mais importante, experimenta a sensação de segurança que repercutirá na sua personalidade ao longo de toda sua vida.

Do ponto de vista nutricional, para os lactentes e especialmente para os recém-nascidos, nada se compara ao leite materno - um alimento perfeito. A quantidade e a proporção de nutrientes são adequadas para as necessidades da criança. Além das proteínas, carboidratos, lipídeos, vitaminas e minerais, que garantem o perfeito crescimento e desenvolvimento da criança, o leite materno contem inúmeras células vivas – os leucócitos (glóbulos brancos) e os lactobacilos que tem funções imunomoduladoras e probióticas. Além de diversas substâncias protetoras – as imunoglobulinas (anticorpos), importantes na defesa contra as doenças infecciosas, tão presentes nessa fase da vida. Razão pela qual, até o momento e também no futuro, a ciência através da tecnologia de alimentos e/ou da engenharia genética, não conseguirão nem de longe imitar o leite materno.  Trata-se de um alimento insubstituível.

A OMS, o UNICEF, o Ministério de Saúde e a nossa Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação, recomendamos que o aleitamento materno possa ser praticado até 2 anos ou mais, sendo até o 6º mês como única fonte de alimento, de hidratação e de vitaminas. No 7º mês de vida começamos a introdução dos alimentos da família: sucos de frutas naturais, água de coco, papa de frutas e papas (e não sopas) de legumes, mas com a amamentação continuada.

 
 


Última atualização: 1/4/2011

 

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